O político boliviano afirmou que era contundentemente perseguido pelo governo de Evo Morales e por essa razão havia solicitado asilo político ao Brasil, o qual o concedeu e permaneceu na embaixada por mais de 400 dias.
Não se sabe, ao certo, quem tem tem razão nessa briga interna boliviana. O senador ou o presidente Evo Morales. O que se sabe que são políticos adversários ferrenhos. Mas de verdade, colocou o Brasil no seio da questão e agora teremos que sair de forma equilibrada e racional sem apelo ideológico.
A fuga do senador não deve ter sido planejada de um dia para o outro e acreditamos que não tenha sido traçada entre pouquíssimas pessoas, ou melhor, autoridades.
Sabe-se por meio de outros periódicos que o governo brasileiro, de maneira informal, tinha ciência da viagem fugitiva do senador e se acredita que até mesmo autoridades bolivianas tiveram acesso às tratativas da "fuga" com bastante antecedência da data inicial.
O senador boliviano ao chegar a cidade de Corumbá no Estado do Mato Grosso do Sul fora, de certa forma, apreendido pela Policia Federal, mas logo em seguida foi determinado pelo Ministro da Justiça do Brasil, Eduardo Cardoso, que o liberasse.
Em seguida, o senador boliviano foi atendido pelo SUS naquela mesma cidade por ordens do Ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
Decorre que é verídica, em tese, que as autoridades brasileiras sabiam da viagem do senador Roger Pinto Molina.
Após, o mesmo seguiu para Brasília, em jatinho particular, na companhia do Senador Ricardo Ferraço - PMDB/ES.
De concreto, até o momento, foi a demissão do embaixador Antonio Patriota, que segue para a ONU - ganhando em dólares - e a abertura de sindicância em desfavor do diplomata Eduardo Saboia, o qual veio na companhia do senador boliviano de La Paz até a cidade de Corumbá - MS.
O blog vai em busca da verdadeira operação dessa aventura política/diplomática, pois aguça a nossa curiosidade e ver quem de fato tem ou não tem razão nessa operação de viagem, aliás, fuga.
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