O assessor especial da Casa Civil Eduardo Gaievski (foto) foi afastado de suas funções, decorrente de reportagem publicada por VEJA, no último fim de semana, que trata sua prisão preventiva determinada pela Justiça Federal de Realeza, no Estado do Paraná.
Segundo a matéria da revista Veja, Gaievski é procurado por prática de estupro ocorrido naquela cidade, cujo crime foi denunciado por três adolescentes em depoimento à polícia. O estupro teria ocorrido por troca de emprego na prefeitura local.
O dito rapaz assumiu seu cargo em janeiro de 2013. Contra o mesmo consta uma vasta lista de acusações e processos judiciais, o que vai de encontro ao princípio da ética, boa conduta e principalmente a um decreto presidencial, que veda o provimento em cargos de confiança de pessoas que respondam a processos judiciais e administrativos.
Nos surpreende o comportamento do Governo ao fazer vista grossa diante do passado do assessor da ministra Gleisi Hoffmann, pois é sabido que anterior à nomeação de qualquer pretendente a cargo comissionado ou não, é realizada um "varredura" na vida pessoal do almejante ao cargo.
Havendo qualquer contrariedade do que prega a letra da lei, o candidato é sumariamente "cortado", ou seja, não seria aceito aos quadros de pessoal do governo.
Talvez por se tratar de um companheiro, de um camarada, não houve necessidade dos rigores da lei, apenas os sabores adocicados da lei.
